Frente Parlamentar retoma atividades tratando de agronegócio

         A 1ª Reunião de Trabalho da Frente Parlamentar em prol do Desenvolvimento de Uruguaiana de 2024 teve como tema o agronegócio. No dia 8 de maio de 2024, vereadores, órgãos de assistência e fiscalização, entidades representativas e comunidades estiveram presentes.

          A Frente Parlamentar, instituída em 2023, busca promover alternativas e oportunidades de desenvolvimento social, econômico e sustentável, com reuniões mensais em diferentes áreas. Na oportunidade, o presidente do Legislativo, vereador Adenildo Padovan, explanou sobre os dados do agronegócio no município e o papel essencial para a economia. “Além de sermos um dos maiores produtores de arroz, temos que pensar nos outros potenciais como criação de animais e outros tipos de cultivo que vêm crescendo, sendo fonte significativa de empregos, renda e de desenvolvimento para a comunidade”, afirmou.

         O proponente da Frente Parlamentar, vereador Juca (Joalcei Gonçalves), registrou a importância do trabalho para o desenvolvimento sustentável e o lamentável cenário do Estado com as enchentes devastadoras, sendo também preocupação com a produção agrícola.

         Na mesa de trabalho também estiveram os vereadores, Marcelo Cardoso Lemos, Zulma Ancinello, Márcia Fumagalli, Carlos Delgado e Egídio Rufino de Carvalho; o presidente do Sindicato Rural de Uruguaiana e vice-presidente da Federarroz, Roberto Fagundes Ghigino; residente da Associação dos Arrozeiros, Ariosto Pons; da Inspetoria de Defesa Agropecuária, Grazielle Vieira Cristofari; presidente da Ulfro, Vereador Mário Augusto Teixeira de Sousa; presidente da Farsul (videoconferência), Gedeão Pereira; diretor vice-presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros – SDAERGS, Fábio Freitas Ciocca.


          Entre as questões ressaltadas, estiveram as dificuldades enfrentadas pelo setor arrozeiro devido às enchentes; a redução esperada nas exportações; problemas na emissão de guias para o transporte de produtos; o surgimento de doenças nos animais como reflexo do desequilíbrio ambiental; a necessidade de ações conjuntas e urgência na integração com a saúde pública; e a falta de representatividade de alguns segmentos, incluindo a agricultura familiar e os pequenos produtores.

        No encerramento, ficaram estabelecidas como metas busca por estímulos com o governo federal; diálogo entre as cadeias; quesitos sobre a fiscalização da reserva legal; mais profissionais para o IRGA; manutenção de vendas do setor arrozeiro; melhorias e busca da infraestrutura logística; nova reunião a ser agendada; e, criação de moção pelo parlamento municipal sobre estudos da continuidade da BR-290.